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Destinatário: Mesa do Senado Federal, com cópia aos Líderes partidários e à CCJ
- Assinaturas no acervo56
- Cadernos27
- Hash do textoc081d688…956d564b
Destinatário: Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal, com cópia à PGR
- Assinaturas no acervo13
- Cadernos27
- Hash do texto3847cdec…c0d323e2
O que vem dentro
| Arquivo | O que é |
|---|---|
| MANIFESTO.json | O índice do pacote: totais, cadernos, todas as subscrições e o hash de cada arquivo que está aqui dentro. É por ele que se confere se o pacote foi mexido. |
| MANIFESTO.txt | O mesmo conteúdo em texto corrido, para ler sem ferramenta nenhuma. |
| livro.csv | Uma linha por subscrição: trilha, nome do certificado, município, estado, data e o hash do arquivo assinado. Abre em qualquer planilha. |
| cadernos.csv | Um caderno por linha, com o estado atual e o hash da versão canônica. |
| historico.csv | Todas as versões de todos os cadernos, em ordem, com hash, tamanho e horário — a cadeia de custódia inteira. |
| LEIA-ME.txt | As instruções de conferência, passo a passo, com os comandos prontos. |
Como conferir
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Confira que o pacote não foi alterado
Abra o MANIFESTO.json e recalcule o hash de cada arquivo listado: sha256sum livro.csv no Linux e no macOS, certutil -hashfile livro.csv SHA256 no Windows. Os dois manifestos não aparecem na própria lista — um arquivo não pode conter o próprio hash.
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Confira que cada assinatura pertence ao acervo
Pegue qualquer hash da coluna sha256_do_arquivo do livro e cole em verificar. A plataforma responde de qual caderno ele é e quando entrou. A consulta é anônima e não exige cadastro.
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Confira o encadeamento dos cadernos
No historico.csv, cada assinatura acrescenta uma versão e nunca reescreve as anteriores: os bytes só crescem. Uma versão que encolhesse, ou que quebrasse a sequência, seria sinal de adulteração — e não passaria pela conferência do servidor.
Os PDFs assinados não estão no dossiê público.
Dentro do selo de cada assinatura vai o certificado de quem assinou, e o certificado contém o CPF do titular. Publicar os arquivos seria publicar CPF por via indireta — exatamente o que o tratamento de dados desta plataforma proíbe.
Os hashes bastam para conferir: quem tiver um dos arquivos — o próprio subscritor, o custodiante do estado, a comissão que receber o protocolo — recalcula o número e confronta com o que está aqui. O custodiante de cada estado exporta o pacote completo do seu caderno pela área de custódia.